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Dilvo fala na Acic de supersafra de milho e tarifas a produtos nacionais

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Por: Sérgio Ricardo

A safra do milho safrinha neste ano está 30% maior à anterior, representando um bom momento para o agro paranaense, conforme o presidente da Coopavel

Publicado em 24.07.2025 às 20h50  O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, é vice da Acic para Assuntos do Agronegócio

Crédito: Assessoria

O presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, é vice da Acic para Assuntos do Agronegócio

Clima, avanços em produtividade e aumento da área estão entre os principais fatores que levaram o Paraná, e o Oeste do Estado, a colher em 2025 uma supersafra de milho safrinha. Esse e o impacto das tarifas norte-americanas a produtos brasileiros foram assuntos apresentados pelo presidente da Coopavel, Dilvo Grolli, durante reunião de diretoria da Acic, na manhã de quarta-feira, 23.

A safra do milho safrinha neste ano está 30% maior à anterior, representando um bom momento para o agro paranaense, conforme Dilvo. Ele esclareceu que não há falta de espaço para armazenagem, porém é necessário fazer a correta secagem dos grãos recebidos que ficarão estocados por cerca de um ano antes de ser transformados em ração. Além do milho, o preço da soja também está equilibrado. O frango, no entanto, está com valor menor, mas os ganhos em produtividade compensam e melhoram a distribuição de renda na cadeia.

Tarifas Dilvo comentou também sobre a aplicação de tarifas de 50% pelo governo norte-americano a produtos exportados pelo Brasil. “Temos que lembrar que o déficit dos Estados Unidos é de 130% do PIB do país e que o presidente Donald Trump atua para reequilibrar o caixa. As novas tarifas, que não são exclusividade do Brasil, são irreversíveis, por isso o melhor a fazer é sentar à mesa e dialogar com paciência e cordialidade”, afirmou o presidente da Coopavel.

Os principais impactos das novas taxas, que entram em vigor dia 1º de agosto, serão em celulose, café, suco de laranja, carne bovina, aço, entre outros. Os maiores impactos na economia do Paraná serão sentidos em produtos ligados à celulose, madeira, café e suco de laranja. O presidente da Acic, Marcio Blazius, agradeceu os esclarecimentos de Dilvo e concordou que o melhor a fazer, diante do cenário, é dialogar e negociar.

Assessoria